tens a possibilidade de fazer algo
mas então não o fazes
não sabes por que
não o fazes
apenas deixas de fazer
e bem o sabes
que assim vai ser a tua vida
tua apenas em parte
por tudo que deixou de acontecer
e isso é tão triste
e não apenas para ti
pensas nos bons momentos
e ficas ainda mais triste
Geir Gulliksen
Depressão é:
As delícias turcas (que fui a correr comprar) não me animarem.
O chocolate quente não saber bem.
Sentir que estava melhor a trabalhar na recolha de lixo.
Ter vontade de deitar todos os livros fora.
Ficar na cama o dia todo. Só falta mesmo uma garrafinha de vinho tinto papa figos.
É isto.
O chocolate quente não saber bem.
Sentir que estava melhor a trabalhar na recolha de lixo.
Ter vontade de deitar todos os livros fora.
Ficar na cama o dia todo. Só falta mesmo uma garrafinha de vinho tinto papa figos.
É isto.
E bate a nostalgia...
Quando encontramos um blog que escrevemos em conjunto com um grupo de amigos há mais de dez anos. Cada parvoíce mais parva que a outra.
Isto fez-me lembrar das tardes na casa do Joninha, a ver filmes e a jogar. Das (muitas) tardes no parque a rir e a fazer planos para o futuro. Das trocas dos livros com o Jorge, e as juras de amor com o Filipe. Lembro-me do pudim chinês que havia sempre na casa do Jorge, e das gomas ácidas (de morango) na casa da Cris. Dos almoços à sexta-feira e das quentes noites de verão que passávamos no chat do msn. Da partilha de (boa) música e de sonharmos acordados com o nosso futuro.
O plano da grande viagem pela Europa, de mochila às costas, e de máquina na mão. Do amor (e amizade) eterno. A promessa de ver (SEMPRE) bons filmes e de ler bons livros. Boa música sempre a tocar no nosso rádio. A expectativa da evolução do nosso pensamento.
E claro, muita parvoíce sempre.
Tudo isto, num só clique:
http://folieaplusieurs.blogspot.pt/
Boa noite
PS - Ganha um saquinho de rebuçados diamantes quem acertar no nome com que eu assinava nesse blog.
Isto fez-me lembrar das tardes na casa do Joninha, a ver filmes e a jogar. Das (muitas) tardes no parque a rir e a fazer planos para o futuro. Das trocas dos livros com o Jorge, e as juras de amor com o Filipe. Lembro-me do pudim chinês que havia sempre na casa do Jorge, e das gomas ácidas (de morango) na casa da Cris. Dos almoços à sexta-feira e das quentes noites de verão que passávamos no chat do msn. Da partilha de (boa) música e de sonharmos acordados com o nosso futuro.
O plano da grande viagem pela Europa, de mochila às costas, e de máquina na mão. Do amor (e amizade) eterno. A promessa de ver (SEMPRE) bons filmes e de ler bons livros. Boa música sempre a tocar no nosso rádio. A expectativa da evolução do nosso pensamento.
E claro, muita parvoíce sempre.
Tudo isto, num só clique:
http://folieaplusieurs.blogspot.pt/
Boa noite
PS - Ganha um saquinho de rebuçados diamantes quem acertar no nome com que eu assinava nesse blog.
A Marta recomenda....
Ver o filme:
E comer muitos, mas mesmo muitos, rebuçados Diamantes (os verdes são uma perdição)!
É tudo por hoje.
E comer muitos, mas mesmo muitos, rebuçados Diamantes (os verdes são uma perdição)!
É tudo por hoje.
Sounds of laughter shades of life are ringing
Through my open ears inciting and inviting me
Limitless undying love which shines around me like a million suns
And calls me on and on across the universe
Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
I Don't Wanna be Funny Anymore
Yeah, I'll read the books and I'll be the smartest.
I'll play guitar and I'll be the artist.
Try not to laugh.
I know it'll be hard.
I'm serious.
I know it's a first but…
I don't wanna be funny anymore.
Yeah, I'll be the gossip. Hear it through the grapevine.
Pass it on, she's done with the old times.
That funny girl doesn't wanna smile for a while.
A tarde estava errada,
não era dali, era de outro domingo,
quando ainda não tinhas acontecido,
e apenas eras uma memória parada
sonhando (no meu sonho) comigo.
E eu, como um estranho, passava
no jardim fora de mim
como alguém de quem alguém se lembrava
vagamente (talvez tu),
num temo alheio e impresente.
Tudo estava no seu lugar
(o teu lugar), excepto a tua existência,
que te aguardava ainda, no limiar
de uma súbita ausência,
principalmente de sentido.
Manuel António Pina
Se eu morrer e te deixar cá entretanto,
Não sejas como aqueles que, destroçados pela dor
Fazem longas vigílias junto ao pó silencioso, e choram.
Por mim, volta de novo à vida e sorri,
Fortalece o teu coração e as tuas mãos trémulas
E faz algo que conforte outros corações para além do teu.
Termina aquilo que eu não consegui terminar
E eu, quiçá, poderei nisso dar-te algum conforto.
A. Price Hughes,
Não sejas como aqueles que, destroçados pela dor
Fazem longas vigílias junto ao pó silencioso, e choram.
Por mim, volta de novo à vida e sorri,
Fortalece o teu coração e as tuas mãos trémulas
E faz algo que conforte outros corações para além do teu.
Termina aquilo que eu não consegui terminar
E eu, quiçá, poderei nisso dar-te algum conforto.
A. Price Hughes,
What's my name, what's my station
Oh just tell me what I should do
I don't need to be kind to the armies of night
That would do such injustice to you.
Or bow down and be grateful
And say "sure take all that you see"
To the men who move only in depleted halls
And determine my future for me.
And I don't I don't know who to believe
I'll get back to you someday
Soon you will see
Ajuda para o estudo
Here I am expecting just a little bit too much
From the wounded but I see through it all and see you
'Cause I threw you the obvious to see what occurs behind the
eyes of a fallen angel
Eyes of a tragedy
oh well, oh well apparently nothing
apparently nothing at all
You don't, you don't, you don't see me
You don't, you don't, you don't see me
You don't, you don't, you don't see me
You don't, you don't, you don't see me
You don't see me
You don't see me at all
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