A noitada de estudo com Ana Von Hafe, Miguel e António Rolo acabou a ouvir isto (logo a seguir, eu e o Miguel acabamos por ver também o novo episódio de Gossip):
Dá medo a quantidade de coisas que já temos para estudar em apenas três semanas de aulas. A este ritmo não há livros de 600 páginas que resistam nem cérebros que funcionem no final do semestre. Acabaram-se as festas, disso não há dúvidas, mas as sovas de matéria dadas durante quatro horas diárias não acabam tão depressa (são apenas 4 horas de aulas por dia, o resto do tempo é passado a sofrer agarrados às quantidades de livros que temos para ler). Esta música animou-nos a noite.
Dá medo a quantidade de coisas que já temos para estudar em apenas três semanas de aulas. A este ritmo não há livros de 600 páginas que resistam nem cérebros que funcionem no final do semestre. Acabaram-se as festas, disso não há dúvidas, mas as sovas de matéria dadas durante quatro horas diárias não acabam tão depressa (são apenas 4 horas de aulas por dia, o resto do tempo é passado a sofrer agarrados às quantidades de livros que temos para ler). Esta música animou-nos a noite.
É muito bom chegar a Évora no sábado de manhã e ver que nada mudou. A minha irmã continua com a mesma música no carro, a minha mãe continua a fazer-me mil perguntas à hora da refeição sobre o que quero comer e o meu pai continua a chamar-me Lisboeta e a perguntar por Lisboa. O meu primo continua a não querer dar-me beijinhos mesmo quando eu canto "beijariaaaa beijariaaaa na primaaaa!".
Outro começo...
Começo de noitadas de estudo.
Enquanto a Malfada e a Rute foram à festa do Dj Contest, a Marta e o Miguel ficaram em casa a estudar direito administrativo I. Foi muito bom. Já estava a sentir falta dos apontamentos e das canetas e dos rabiscos nos livros. Do cheiro dos livros novos e dos meus cadernos com bonecos (princesas da disney) giros. De discutir ideias sobre o que se acabou de ler. De sentir aquele orgulho pequenino quando já se leu (e se compreendeu) uma parte da matéria. Eu sei que é estranho, mas depois de quase dois meses de férias é bom regressar ao estudo e ver que nada mudou (é cada vez mais e pouco compreensivel).
P.S.- Direito da Família é muitooooo giroooo!
Enquanto a Malfada e a Rute foram à festa do Dj Contest, a Marta e o Miguel ficaram em casa a estudar direito administrativo I. Foi muito bom. Já estava a sentir falta dos apontamentos e das canetas e dos rabiscos nos livros. Do cheiro dos livros novos e dos meus cadernos com bonecos (princesas da disney) giros. De discutir ideias sobre o que se acabou de ler. De sentir aquele orgulho pequenino quando já se leu (e se compreendeu) uma parte da matéria. Eu sei que é estranho, mas depois de quase dois meses de férias é bom regressar ao estudo e ver que nada mudou (é cada vez mais e pouco compreensivel).
P.S.- Direito da Família é muitooooo giroooo!
O começo de uma vida saudável...
Logo de manhã, juntamente com o Miguel e com a Catarina (a Mafalda ficou na cama a roncar), fui correr para o jardim da Quinta das Conchas. Foi bonito. Ao fim de 15 minutos começaram as queixas, tivemos que parar.
Enquanto faziamos os abdominais para atingir a barriguinha lisa que precisamos, um cão lambeu a cara do Miguel. Houve gritos e muitos e muitos risos.
Durante o almoço só comi peixinho grelhado e legumes cozidos. Estraguei tudo com a última mousse de chocolate dos próximos meses.
Marta Pratas vai/tem de conseguir ser saudável, escrevam o que vos digo!
Enquanto faziamos os abdominais para atingir a barriguinha lisa que precisamos, um cão lambeu a cara do Miguel. Houve gritos e muitos e muitos risos.
Durante o almoço só comi peixinho grelhado e legumes cozidos. Estraguei tudo com a última mousse de chocolate dos próximos meses.
Marta Pratas vai/tem de conseguir ser saudável, escrevam o que vos digo!
Praxes
Tenho muitos caloiros e muitos afilhados.
Com o calor que estava, passei uma das maiores torturas da minha vida com o taje vestido.
Fartei me de cantar.
Faltei à primeira aula de Direito Internacional Público.
Diverti-me bueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!
-O QUE É QUE O MIGUEL QUER?
-INFINITOS DILDOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!
Com o calor que estava, passei uma das maiores torturas da minha vida com o taje vestido.
Fartei me de cantar.
Faltei à primeira aula de Direito Internacional Público.
Diverti-me bueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!
-O QUE É QUE O MIGUEL QUER?
-INFINITOS DILDOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!
Simone de Beauvoir
Simone mudou o mundo, sem se mudar a ela, o que é um feito quase impossível: construiu sobre os escombros do seu amor solitário uma imagem de mulher autónoma que se colou ao corpo, às atitudes e ao comportamento das mulheres da sua geração. E nós, as que viemos depois, herdámos o amor interactivo que ela lançou no ar do tempo e não conseguiu agarrar. O amor pelos livros, pelo mundo, pelas ideias, pelos homens. Todo ao mesmo tempo, pela primeira vez. E a ideia, hoje cada vez mais preciosa - porque outra vez prestes a deslizar, numa suave dança de vários véus, para o esquecimento - de que só há um feminismo: o da igualdade. Simone sempre teve a argúcia de perceber que o - agora tão em voga - "feminismo das diferenças" era apenas uma forma de pôr na gaveta os direitos das mulheres.
Inês Pedrosa, 20 Mulheres para o século XX
Inês Pedrosa, 20 Mulheres para o século XX
Queria escrever-te uma coisa profunda e muito fofinha. Devia faze-lo, poderias gostar de ler. Mas não sei, tanta coisa já foi dita, tantos abraços e tanto choro. A vida é uma merda e não vale nada. A vida não presta e é uma filha da puta. Há dias em que se odeia tudo e todos. Há dias em que apetece chorar tanto mas tanto até ficar sem lágrimas. Há dias maus, muito maus.
Depois olho para ti e vejo a tua força. Ninguém consegue estar triste ao pé de ti. Mas também tens os teus dias maus e nesses dias quero que saibas que podes atravessar a rua e vir ter connosco. Prometo que haverá sempre gelado ou crepes prontos a serem servidos. O meu disco externo cheio de filmes e series estará sempre à disposição. O chatroulette e os bondages estarão sempre à nossa espera. Nunca te esqueças, nunca nunca nunca.
Você é lindo Migueeeeel!
Depois olho para ti e vejo a tua força. Ninguém consegue estar triste ao pé de ti. Mas também tens os teus dias maus e nesses dias quero que saibas que podes atravessar a rua e vir ter connosco. Prometo que haverá sempre gelado ou crepes prontos a serem servidos. O meu disco externo cheio de filmes e series estará sempre à disposição. O chatroulette e os bondages estarão sempre à nossa espera. Nunca te esqueças, nunca nunca nunca.
Você é lindo Migueeeeel!
Car a vouloir s'aimer
pour la beauté du geste,
le ver dans la pomme
nous glisse entre les dents.
Il nous ronge le ceur,
le cerveau et le reste,
nous vide lentement
pour la beauté du geste,
le ver dans la pomme
nous glisse entre les dents.
Il nous ronge le ceur,
le cerveau et le reste,
nous vide lentement
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O meu pai descobriu que tenho muita roupa, ficou pasmado a olhar para o meu armário. É bom, acho que mais vale tarde do que nunca.
A minha mãe trouxe comida suficiente para alimentar Lisboa inteira.
Não vejo a Eugénia há dois meses, por isso a primeira coisa que fiz quando cheguei foi ligar-lhe a dizer para ela vir cá jantar. Ela vai trazer com ela todas as novidades do Verão.
E foi assim que tudo começou...
O ideal quer dizer isto: desprezo das vaidades, amor desinteressado da verdade; preocupação exclusiva do grande e do bom; desdém do fútil, do convencional; boa-fé; desinteresse; grandeza de alma; simplicidade; nobreza; soberano bom gosto e soberaníssimo bom senso... tudo isto quer dizer esta palavra de cinco letras - ideal.
Antero de Quental, Textos Doutrinários e Correspondência
Antero de Quental, Textos Doutrinários e Correspondência
Anna: Before I followed you inside this hole, I lulled myself to sleep repeating "Paul loves me". I said it out loud hundreds of times, like a prayer. Meaningless words. We hardly knew each other. But something came about, something established. I believed you loved me. I had faith in your love. This belief never left me. We can pray to be loved by only one person. It's not the worst way to save a soul. You never prayed for my love. You never needed my love.
Dans Paris (2006, Christophe Honoré)
Dans Paris (2006, Christophe Honoré)
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